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Eu Sem Você

De repente eu entendi
Você é parte de mim
Como um cristal
Qualquer arranhão
E o medo que eu possa te perder
Deixaria de ter a primavera
As flores não teriam vida
Amargura sem o doce mel
De repente eu sem você nada sou...
Juntos se pode durar
Separados a doçura morre
Quase que instantâneo
Eu nada sou sem você
Não posso imaginar
O que faria sem ter você comigo
Eu sem você
Seria a tristeza
De certo...
Lucia Direitos Autorais
Lei nº 9.610/98
Postagens recentes

Seus Olhos

Seus olhos iluminam minha alma.
Eles me dão direção em cada novo dia
A esperança de que foi definhando
É restaurada quando eu olho em seus olhos
Seus olhos me mostram como o amor flui
Quando cansada a força é renovada
Seus olhos têm a verdade
Acalma o espírito o coração partido
Seus olhos seguram a verdade
O caminho e a vida
Que irá levar-me ao longo do morro
E através do vale
Quando meus tempos ficarem difíceis e insuportáveis
Eu sei que com fé eu posso fazer isso
Quando eu olhar em seus olhos
Seus olhos eu amo e amarei...
Lucia
Direitos Autorais
Lei nº 9.610/98

Ser Sensível Requer Muita Força

Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Essa saudade, que às vezes faz a alma marejar, de um lugar que não se sabe onde é, mas que existe, é claro que existe. Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí, porque os sensíveis, por mais que chorem de vez em quando, não deixam adormecer a ideia de um mundo que possa acordar sorrindo. Pra toda gente. Pra todo ser. Pra toda vida. Eu até já tentei ser diferente, por medo de doer, mas não tem jeito: só consigo ser igual à mim.  Ana Jácomo

Roubou Coração e Alma

As minhas mãos se moveram
No impulso do teu amor
A minha voz cantou para você
Meus lábios enviaram mensagens
Somente para você
As minhas vontades
Deixaram de ser minhas
Levou meu coração
Agora ele é seu
Levou o meu amor
Os meus momentos e meus dias
Eu não sou mais nada...
Roubou a minha vida

Lucia Direitos Autorais
Lei nº 9.610/98

Papo Sério Destino

Vamos ter uma conversa, caro destino
Apesar de estarmos na primavera
O dia está cinza e frio
E a noite será também assim
Estamos em casa só nós dois, sozinhos
E parece que gostamos de nada fazer
Você melhor que ninguém
Sabe dos dias longos e vazios passei
E você não se arrependeu de nada
Você e eu um sopro do ar, um toque
Não salvou o amor, apressado passado, perdido
E pareceu tudo bem medido
Sentia-me muitas vezes tonta
Por vezes pedi sua compaixão
Mas você foi muito frio, inabalável
Foi duro demais
Porque eu mereci?
Você apenas me olha em silêncio
Me sorri, balança a cabeça
E me diz que fez o que fez por mim
Para que eu fosse capaz de ser
Quem eu sou hoje...
Lucia

Direitos Autorais
Lei nº 9.610/98

Fragmentos Dela

Ela usava um coração sem roupa...
Olhos da tristeza
Luz fraca de esperança...
A alma parecia um pouco apagada
Será porque era noite?
Nos seus olhos fragmentos
De tudo nela...
Algo escrito neles
“Fechado”
Esgotou não há entrada no coração
Um sorriso brilhante e infeliz
Coração que chorava as cicatrizes
Baixinho, quase que um sussurro...
Disse: “Dói”
Ela era forte de espírito
Não faria mal a uma mosca
Mas o coração sem roupas, congelou...
Mas a sinceridade era comparável à raridade
Como poderia apagar a mente, o coração, os sentimentos?
Que vestido teria seu coração de vestir?
Lucia Direitos Autorais
Lei nº 9.610/98

De Improviso

Todos tem livre arbítrio isso é fato.
Entre idas e vindas por aqui, pude observar que o importante é destaque.
E aquele amigo (a) lá de trás, foi esquecido (a) e deixado (a) de ser seguido (a), em resumo, deixado (a) de lado.
O importante é número, indiferença àqueles que lhe foram dado à atenção, o carinho, em momentos que foi preciso, pois não se lucra nada com eles...
Tantas frases bonitas, imagens cheias de fitas.
De que vale se a figura em si, é vazia desses sentimentos que posta?...
É como um embrulho bordado a ouro, e quando se abre é latão puro é a pura hipocrisia...
Infelizmente...
Tempos modernos?
Não podemos julgar, pois não nos cabe tal missão.
Podemos sim, ignorar, se afastar de pessoas assim, que mostram tanto sentimento bonito, mas apenas para se destacar, mas não praticam nem um terço disso...
Agem exatamente iguais com aquilo que repudiam...
Rever os conceitos seria interessante.
Se olhar no espelho seria o ideal.
Ainda sou do tempo que o amor num todo tem que ser verd…

Girassóis

Quando a tristeza vem

Procuro por terra

Sol e semente

Deixo isso se enraizar

A partir de minha alma

Há dias de tristezas, sim

Mas estão se tornando raros

Plantei dentro de mim girassóis

E os deixei se espalhar

Assim quando a escuridão vem

Só preciso brilhar

Como um girassol...
Lucia

Direitos Autorais
Lei nº 9.610/98

Lembre-se

Lembre-se de mim...
Apenas lembre
Por nenhuma razão em particular...
Não imagino porque
Mas só quero algo para te lembrar
Ficar com o silêncio
E nos olhos uma simples foto...
Lembre-se de vez em quando...
Não quero mensagens
Nem tampouco palavras
O que eu poderia ter nelas?
Simplesmente lembre-se de mim
Sem que perturbe meus sonhos
Tão bobos e sensíveis
Sem que espere em meu coração
Qualquer encontro provável
Lembre-se, sorrindo...
Sem que as razões sejam visíveis
Lembro-me de você em todos que passam
Você não vai me encontrar
Entre as mulheres do passado
E mesmo naquelas que passam...
Mas mesmo assim
Lembre-se de mim...
Ainda assim, lembre-se

Lucia Direitos Autorais
Lei nº 9.610/98

Beco Sem saída

Fora do meu ego na longa jornada
Existem muitos desvios, lugares desbotados
Onde pedras deslizam com perigo
E as minhas forças estão quase no limite
É o momento de virar
Desconfiar do lixo e das pedras caindo
Pequena corrente de água
Os morros do vento, as estreitas, paredes
Riachos que rugem no estreito vale
As venezianas batem pelo vento e pela chuva
Longo inverno cinza...
O caminho está se estreitando
Pântano vivo com areia movediça
O caminho bloqueado
As moitas escurecendo
Os buracos são feios
Tudo está feio
Beco sem saída...
Lucia