Como quem se esconde do mar
Dias passavam em linha vazia
Sem nada novo a despertar
Parecia paz o que eu sentia
Mas era só quietude demais
Faltava o sopro da ousadia
Que faz o peito ir além do cais
Então teu brilho veio leve
Como farol na imensidão
Rompeu a névoa fria e breve
Que eu guardava no coração
Carrego marcas do passado
Um adeus duro de esquecer
Mas mesmo assim sigo inclinada
A outra vez me oferecer
Não tenho muito que mostrar
Apenas verdade na mão
Mas sei que quem decide amar
Colhe coragem no chão
Se o destino pede tentativa
Não vou mais me esconder do mar
Pois tua presença acende a vida
E me ensina de novo a arriscar

Son versos de amor derramados. La esperanza en un nuevo día y un nuevo amor que se asoma. Precioso poema! Un abrazo, Lucia
ResponderExcluir