Onde o respeito dorme calado
Em terras de silêncio e abandono
Onde a verdade se perde
E a gentileza se esconde no sono.
Nos olhos que evitam o outro olhar
No grito que fere, mas não cura
Onde o orgulho começa a falar
E a humildade se vê na penumbra.
Lá, onde os gestos são vazios de afeto
E as palavras têm espinhos a se espalhar
Onde a empatia é um sonho quieto
Esquecido em algum lugar.
Mas ainda há esperança a brilhar
Nos corações que não se deixam calar
Onde o respeito, em algum instante, pode voltar
E a paz, novamente, começar a reinar.
Se soubermos, juntos, cultivar
Nos pequenos atos o que é de fato amar
Quem sabe, então, o respeito despertará
E em nós, finalmente, vai repousar.
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01 agosto 2025
28 julho 2024
A Indiferença
A indiferença é como um rio calmo
Fluindo sem rumo, sem destino certo
Sempre presente, mas nunca notada
Uma corrente silenciosa que tudo devora
É o olhar vazio que não se detém
Na dor alheia, na alegria do outro
É a mão que não se estende
Para ajudar, para acolher, para amar
É o som do silêncio que ecoa
Quando alguém clama por atenção
É a ausência de compaixão
Que permeia as relações, tornando-as vazias
A indiferença é um manto escuro
Que cobre os corações despidos de empatia
É a frieza que congela a alma
E aprisiona os sentimentos mais puros
Mas ainda há esperança no horizonte
Que a indiferença se dissolva
E que o calor humano prevaleça
Tornando o mundo um lugar mais acolhedor
É a frieza que congela a alma
E aprisiona os sentimentos mais puros
Mas ainda há esperança no horizonte
Que a indiferença se dissolva
E que o calor humano prevaleça
Tornando o mundo um lugar mais acolhedor
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