Nas entranhas cinzentas da desilusão
Eu cantei a minha canção à solidão
Eu corri para os braços sem nada encontrar
A luz do meu espírito pensei achar nos outros
Até eu perceber, todos desistiram e se foram
A força da escuridão gotejou dos telhados
Uma estrada esquecida, sangrando
Quem seria eu pra seguir?
Quem se importaria?
Não tem as palavras de consolo
Mentem somente...
O abismo cresce cada vez mais
E você vive nele
Mantendo a cabeça erguida
Mesmo empurrada, sozinha
Vivendo para além do nada
A chuva lava o caminho e eu permaneço

Me impresiona este poema que implica el vacío de perder a alguien. Las palabras de este poema son profundas.
ResponderExcluirSaludos desde Indonesia.
Poesia emocional que se vive, seja perda ou nostalgia quando chove. Obrigado por seu comentário e visita
ExcluirSaudações do Brasil ...
Lucia, a chuva torna tudo mais triste. Torna os abismos mais profundos sim. Mas esta é a realidade em que vivemos.
ResponderExcluirVamos aproveitar todos os momentos de sol para encontrar a energia com que venceremos os dias tristes!
Beijos!
A.S.
Sim!
ExcluirA chuva lava e em seguida o sol nasce, e tudo melhora
Minha gratidão pelo comentário e visita.
Feliz semana
Beijos