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21 maio 2025

Os Mesmos Rostos


Embora os seus rostos possam parecer iguais
Há um brilho distinto em cada olhar que se revela
Ecos de jornadas, silêncios e vendavais
As suas histórias são únicas
Os seus corações são livres, dançam sem temor
Histórias bordadas na alma na pele singela
Batem ao ritmo do tempo, da dor, da esperança
São vastos como o céu, leves como o amor
Nascem da luta, florescem na mudança
E eu continuo a mover-me
A jogar o meu próprio jogo
No tabuleiro incerto da vida que me desafia
Com passos firmes, entre cinzas e fogo
Seguindo a bússola do sonho, da poesia
Procurando a beleza no detalhe esquecido
O mistério nas sombras, o riso na demora
A alegria escondida no instante perdido
Porque viver é dançar, e o momento é agora
Então que os mesmos rostos de sempre
E a mesma mesquinhez
Não me impeçam de ser diferente