Quando as palavras secam
Na garganta dos meus dedos
Ficam ali grudadas, entaladas
Não as engulo
Não as escrevo
Então só me resta contemplar a lua
Quem sabe ela não me inspira
Ali tão perto dos meus olhos
Na noite escura, nua e crua
É a lua que me ilumina

Querida Lúcia,
ResponderExcluirAs palavras se perenizam, no movimento dos pensamentos que tiram a quietude das nossas mãos aflitas por verbos e, dos nossos corações, afoitos por emoções.
Palavras, se diferem dos desaforos... Estes sim, devemos evitar de engolir, dizendo poucas e boas (ou seja, mais palavras).
Fiquemos iguais aos lobos... “Uivando PALAVRAS” para o luar, que nos ilumina.
Beijos minha valiosa amiga e cuide-se bem!!!
Olá Douglas.
ExcluirPois é amigo. Os dedos parecem atrofiar. Quem sou eu?
Alguém que sussurra baixinho...
Que se uive como os lobos para a tão encantadora lua, mesmo que seja no seu lado escuro.
"O lobo solitário é à flor da consciência Inocente como um bebê recém-nascido Sua vida é como o céu Não há caminhos Não segue os passos de ninguém". Lucia
Minha gratidão pelas palavras e visita, faz com que não se sinta tão sozinha, apesar de saber que solidão também é companhia.
Beijos e ótimo restinho de semana.
A lua, será sempre um fascínio, Lúcia!
ResponderExcluirQue a luz do luar te inspire
e talvez as palavras voltem à varanda dos teus lábios!
Feliz noite, com luar!
Beijos!
Olá A.S.
ExcluirSim amigo, eu sei...
Ela sempre dá um jeitinho.
Gratidão pela visita e palavras.
Beijos e bom final de semana.
Nessas alturas, na falta de outra opção, o melhor mesmo é atirar as palavras ao ar.
ResponderExcluirE, apanhando-as do chão sem nenhuma ordem específica, a sua sequência há de fazer algum sentido.
Gostei do seu poema, é magnífico.
Bom fim de semana, querida amiga Lúcia.
Beijo.
Olá Jaime.
ExcluirSim! Na falta de outra opção, que se lance as palavras mesmo embaralhadas, deixe-as cair e podemos ter algo que faça sentido.
Gratidão pela visita e palavras.
Beijos e bom final de semana.