Não é desperdício de tempo
É sim o meu mais precioso momento
A minha satisfação...
Escrevo de mim e para você
E em algum momento pode servir
Ou talvez não, não importa...
Afinal temos o livre arbítrio
Eu encontro palavras simples
De tão simples é difícil escrever
Tudo aquilo que a fala não sabe dizer
São letrinhas que saem do coração
E vão se juntando com os meus sonhos
As minhas fraquezas, as tristezas
Os encantos e magias de uma vida
Bem mais reais do que fantasias
Que não se pode decifrar
Ou com um pouco de boa vontade
E o coração bom se pode imaginar
Ah! Esse meu modo torto de escrever
Não são aqueles escritos que se fazia quando pequena
Que algumas mãos de tinta poderiam apagar
Os escritos na parede da minha mente
Só vão se apagar quando não mais aqui eu vou estar...

Querida amiga Lúcia,
ResponderExcluirEu particularmente aprecio muito o teu “bailar enquanto escreves”. Sempre consigo me sentir parte das tuas poesias, quais tatuam o meu entendimento com palavras tão plurais.
Continue escrevendo tuas belas letrinhas afeitas, que “caminham de mãos dadas”, pois, estarei sempre aqui para ler.
Beijos, boa semana e cuide-se!!!
Olá amigo jornalista e professor Douglas.
ExcluirFico feliz que aprecie esse bailar simples
Sou alguém comum que escreve torto, mas sincero
Sempre de mãos dadas
Aquelas mãos do coração.
Gratidão por vir e pelas palavras.
Beijos. Boa noite e cuide-se também.
Gostei!
ResponderExcluirSenti que as palavras do poema foram ditadas pelo coração!
Revelaste um pouco da tua alma...
É assim a poesia! Liberta as palavras,
para que elas escolham o seu caminho!
Um dia lindo para ti, Lúcia!
Te deixo um beijo e o meu carinho!
Olá A.S.
ExcluirSim amigo...
Só o coração e a alma, nos liberta nas palavras.
Se não sinto, não escrevo.
Minha gratidão por vir e pelas palavras.
Beijo! Boa noite!
Beautiful blog
ResponderExcluirPlease read my post
ResponderExcluirOk!
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