Como a noite, me fecho, e na cor dela me vejo transformar
As lágrimas como faca a cortar
O corpo o campo de batalha, que os cavalos pisaram
Sou o fantasma esquecido no passado
Mas quero te lembrar da brisa que me acompanha
Se da cor da noite eu me visto, a culpa não é minha
Quero apagar qualquer triste lembrança e prosseguir
Quero de volta a cor do meu sorriso, apagar o negro do olhar
Quero a criança que vive dentro de mim e que ainda não esqueci
Pintar a tela da vida com o arco-íris e sonhos que um dia perdi
O tempo parou, a vida voltou, e o sonho eu volto a pintar
Curo-me, a natureza se juntou para um presente me dar
Logo a noite termina, a lua terá de dormir e eu vou acabar por acordar
Tua presença é agora apenas uma memória de um sonho sem par...
O corpo o campo de batalha, que os cavalos pisaram
Sou o fantasma esquecido no passado
Mas quero te lembrar da brisa que me acompanha
Se da cor da noite eu me visto, a culpa não é minha
Quero apagar qualquer triste lembrança e prosseguir
Quero de volta a cor do meu sorriso, apagar o negro do olhar
Quero a criança que vive dentro de mim e que ainda não esqueci
Pintar a tela da vida com o arco-íris e sonhos que um dia perdi
O tempo parou, a vida voltou, e o sonho eu volto a pintar
Curo-me, a natureza se juntou para um presente me dar
Logo a noite termina, a lua terá de dormir e eu vou acabar por acordar
Tua presença é agora apenas uma memória de um sonho sem par...

Una nostalgia encantadora, se siente el recuerdo lleno de amor con cierta tristeza.
ResponderExcluirUn abrazo amiga, ten buen fin de semana, ya sigo tu blog
No todo son flores
ExcluirPero todo pasa
Muchas gracias por tus palabras
Abrazo y feliz domingo