Dias Nublados
Não é despedida
É só um sossego
Para aliviar o peito
Nenhuma dor pode permanecer
É apenas um silêncio
Por mais que o ar seja a palavra
Daquela voz clara que ouviu
Como um sopro doce
Ah! Que diria dos momentos
Dos velhos tempos e sorrisos
Dedicados mesmo doendo o peito
Nos dias e noites de prantos
Ah! Que triste perceber que mente
E mente tão bem!
Não, não é despedida
É só um descanso
Para recompor as forças
Saio na ponta dos pés
Fecho a porta outra vez
Não sinta minha falta
Os segredos morrem
Para bem-estar e conforto do seu coração
Até qualquer dia...!

Minha valiosa amiga Lúcia,
ResponderExcluirOs dias anuviados, abstém em nós, a voz que ecoa o silêncio em nossos dias.
Mas, muitas vezes, sermos introspectivos se faz necessário, mesmo nos dias claros de Sol.
Os velhos tempos sorriam e que os novos tempos, tragam um gargalhar espontâneo, pois, o presente é ainda de carpir, diante destes dias de temporais infinitos.
É sempre um prazer ler teus escritos.
Beijos e cuide-se bem!!!
Olá amigo Douglas.
ExcluirMinha gratidão pelas palavras, sempre gentis, confortantes e por sua visita.
Boa tarde, bom resto de semana e cuide-se também.
Beijos
Boa tarde Lúcia. Os dias nublados e tempestades, não duram para sempre, depois que eles passam vem um sol mais forte para brilhar em nossa vida.
ResponderExcluirOlá Luiz.
ExcluirSim amigo, eu sei.
Minha gratidão pelas palavras e visita.
Boa noite!
Há alívios, silêncios, descansos e fechos de portas, ainda que eventualmente não definitivos, se justificam.
ResponderExcluirMagnífico poema, gostei imenso.
Continuação de boa semana, querida amiga Lúcia.
Beijo.
Minha gratidão pelas palavras e visita, amigo Jaime.
ExcluirTenha uma ótima noite e um feliz final de semana.
Beijo!